Política, mídia e desânimo

Junho 24, 2008 at 10:16 pm (Televisão) (, , , , , , , )

Ando meio desanimada com as coisas. A falta de bom senso é um bichinho conveniente.

Digo isso pela cobertura jornalística da semana passada. As atenções ficaram divididas entre as belezas japonesas, os desfiles da SPFW e os meninos mortos com a conivência do exército, no Rio de Janeiro.

A imigração é sempre um bom tema, afinal somos um mosaico de nações, mas quantos brasileiros continuam sonhando em sair correndo daqui, fugir para o Japão e ter uma outra vida, onde a diferença entre ricos e pobres não é anacrônica?

“A moda é coisa séria, movimenta dinheiro”, disse uma entrevistada no Fantástico (?) – não sei mais, estão todos tão iguais. É, pode até movimentar dinheiro, mas entre as pessoas de sempre, não é não? E o desaforo de ouvir que as modelos estão passando frio, porque os desfiles mostram as tendências para o próximo verão? Ou outra matéria muito interessante sobre o excesso de gordura na dieta pobre das modelos?

Estamos no inverno e as cidades continuam cheias de desabrigados, morrendo de frio.

O CQC mostrou uma matéria ácida sobre a dieta dos brasileiros. Somos uma nação de subnutridos, enfezados e mal informados. Bem mal informados.

Para completar, o exército metendo o bedelho onde não deveria ser chamado. Obras ilegais, candidatos e o Estado corruptos. O pior é que há eleições esse ano e a maioria das pessoas não entende que pode ser diferente, que há outras pessoas além das eternas figurinhas carimbadas e figurões da época da ditadura! Que a mudança começa do menor para o maior e que a sociedade tem os políticos que merece!

Reitero: estou desanimada e meia.

por Raquel Nantes Tavares

P.s.: sei que minha editoria é sobre a TV, mas como esse blog tem a proposta de analisar as mídias, permitam-me reclamar. Estranha a reação contra a multa dada à CBN e a Folha, por terem entrevistado a Marta Suplicy. O assunto virou editorial e assunto para o comentário da Lúcia Hipólito (dia 18/06). Infeliz comentário, aliás. Ela disse que não seria possível entrevistar todos os candidatos à prefeito, afinal existem alguns que estão em maior evidência e têm maior chance de ganhar as eleições, ao contrário de outros candidatos menores.

Ela se pauta em estáticas, mas é bom lembrar que as estáticas às vezes enganam – lembram o caso das eleições de 1989? Se não, assisitir ao documentário “Brasil, Muito Além do Cidadão Kane” - Sem contar que vivemos em uma democracia, ao meu ver os candidatos devem ter as mesmas chances de mostrar suas plataformas de campanha. Há tanto tempo a mesmice permeia a política, que seria bom dar uma chacoalhada e ver alguém diferente no poder, para variar.

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Primeira informação é a que vale

Junho 21, 2008 at 8:42 pm (Revista) ()

São Paulo é fonte de notícias. Todos os dias, novos acontecimentos aterrorizam a população paulistana. Por isso, as informações jornalísticas têm de ser apurada, evitando pequenos e/ou grandes transtornos.

O fato mais recente aconteceu no dia 20 de maio. Vários meios de comunicação divulgaram a queda de um avião em um prédio, nas imediações do aeroporto de Congonhas. O fato é que a origem da informação estava equivocada, no jargão jornalístico, ocorreu uma barriga.

 

A única forma de evitar a barriga é apurar cuidadosamente todo acontecimento, caso contrario, o jornalista ou até mesmo uma equipe, pode comprometer seu trabalho.

Um dos artigos do código de ética, explica que o jornalista deve apurar a veracidade dos fatos, na minha opinião, poucos estão interessados em saber o que diz a ética, a grande maioria busca interesse próprio.

 

Infelizmente, existe uma disputa entre os meios de comunicação, onde os melhores são aqueles que passam a notícia em primeira mão e tentam ganhar a credibilidade do público. Essas atitudes são preocupantes, pois, a falta de ética está explicita no cotidiano jornalístico, dependemos das informações que lemos, ouvimos e assistimos, no entanto, formadores de opinião não estão preocupados em checar, antes de informar.

 

É preciso que haja punições, para aqueles que não respeitam o código de ética. Não há somente jornalistas envolvidos nesta situação, há também pessoas que buscam por meio destes veículos, informações confiáveis e que possam agregar conhecimento.  

 

Esse foi o tema de uma das provas que tive e mostrou o quanto é importante apuração dos fatos. Escolhi um título um tanto irônico, pois é assim que me sinto. O fato ocorreu com veículos de comunicação que podem transmitir o fato, no momento em que acontece, a TV e a Internet. Com tudo isso, a preocupação é ainda maior, quando todas as revistas resolverem tomar a mesma atitude, não apurar os fatos. Mesmo que na realidade algumas já fazem isto com certa moderação.

 

Por Adriana Fernandes Silva Pestana

 

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Brasil, o País do Futebol

Junho 16, 2008 at 2:05 pm (1)

Ser jornalista é muito mais do que se imagina. É ter uma missão de informar a sociedade. Formar massa crítica. Qual o conceito da política?  Segundo o professor Fernando, é garantir a vida boa. E da democracia? É o regime político que dá voz a todos os cidadãos. Os governados decidem – em conjunto – o que é melhor para o povo.

Escrevo isso sem nem ter aberto o meu tão tradicional e cultuado Estado de São Paulo. Jornal de 129 anos, um dos grandes ícones da indústria do jornalismo…

Indústria de notícias. A razão de ser de um produto é servir de forma a facilitar ou melhorar a vida do consumidor. Hipocrisia. A razão de ser do produto é ser comprado. Ao menos é dessa forma que as coisas se apresentam.


Voltando ao Estadão. A foto que estampa a primeira página nessa segunda-feira é da seleção brasileira de futebol com a seguinte chamada: “Seleção dá vexame no Paraguai”.


Um belo editor ou chefe de reportagem de merda. Procurem no expediente do jornal e tomem como referência.Eu vou fazer o seguinte. Vou estampar no meu fichário, “não quero ser como …”

 

 


Que cidadão um pouco mais instruído – como deveria ser o caso dos jornalistas – e com uma noção um pouquinho maior da nobreza de se ter um M.T.B., que estamos batalhando tanto pra conseguir, não vê que o que deveria ser feito é estampar na primeira página “Senado dá vexame em Brasília”.


CSS, CPMF ou C.B.F. ?


Quem escolhe é você e não eles. Mas afinal aqui é o país do futebol e do carnaval.

Caio Neumann

 

 

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Web 3.0?

Junho 11, 2008 at 12:26 pm (Web) ()

“Na próxima primavera, o Washington Post já vai estar preparado para a Web 3.0. Foi o que anunciou um responsável pela empresa que detém a publicação. Na conferência da Association of Online Publishers, a responsável anunciou que o Post vai desenvolver ferramentas que permitam aos utilizadores interagirem com o site e comunicar com outros utilizadores. Por outro lado, os responsáveis do jornal querem também que os leitores passem mais tempo no site em busca de mais conteúdo.
São exemplos a criação de um serviço que apresente páginas a partir de palavras chave ou tags e optimização da pesquisa.
Mais informação no blog Jornalism.co.uk.”

Pode ir se preparando para web 3.0, já sabe as novidades?

A web 3.0 foi criada pelo jornalista John Markoff, e nada mais é do que a tentativa de incutir nos internautas num termo de fácil assimilação para definir algo que ainda nem existe. Aliás, críticas idênticas já se fazem à Web 2.0. Esta inovação está focada mais nas estruturas dos sites e menos no usuário.

Algumas empresas do Vale do Silício, na Califórnia, Estados Unidos, desenvolvem trabalhos nesse sentido, destacando-se o Almaden IBM Research Center, a Metaweb e a Radar Networks (de Nova Spivack). No Brasil, na PUC-Rio estão desenvolvendo trabalhos pioneiros para a Web 3.0 com ênfase na língua portuguesa. Paralelamente, estão em curso inúmeros projetos acadêmicos. E circula na comunidade da informática que em futuro próximo surgirão novidades nesse campo na Yahoo e no Skype.

Vasculhando, no ritmo da web 3.0, encontrei esse ótimo site, explicando mais sobre o tema WEB

http://www.wikirus.com.br/Web_3.0,_2.0,_1.0%3F_O_que_isso_significa%3F

por Rudá Costa

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Qual é o endereço do jornalista?

Junho 10, 2008 at 12:50 pm (Televisão) (, , , , , )

Já escrevi sobre o papel do jornalista/jornalismo. O social não pode ser deixado de lado, claro. O papel de denunciar, articular notícias e alertar é primordial.

Alguns exageram, avacalham e dançam em cima dos problemas sociais – acho que já escrevi sobre isso também. Alguns telejornais que se dizem do povo, que vivem essencialmente de denúncias policiais são assim. Exageram ao mostrar cenas sangrentas, bizarras… é preciso um pouco mais de parcimônia para não ultrapassar a tênue linha entre denúncia e sensacionalismo exacerbado. Dá audiência, mas esses jornais parecem estar tão engessados e acostumados com a aquela audiência vazia que esquecem o seu outro papel, o de enriquecer o conhecimento, esclarecer os cidadãos, fazê-los pensar.

Hoje, Marcos Hummel, âncora do “Fala Brasil”, da Record, deu um respiro de consciência em meio a cenas chocantes, do descaso do Estado em relação à saúde pública – tão conhecido dos brasileiros – um entrevistado exacerbado, mas parecendo âncora desses jornais que acabei de descrever.

Ele questionou o entrevistado, mas a pergunta, infelizmente, parecia retórica: “Qual é o endereço da justiça? Quem as pessoas precisam procurar para que o jornalismo não vire esse show de horror que é hoje?”.

E a denúncia feita pelo “Fantástico”, de ex-generais e não sei quem mais que soltam balões e acreditam estar acima da lei?

O papel que deveria ser do Estado, acaba passando para o jornalista, que querendo ou não, deixa de ser isento, precisa meter o bedelho e ser o chato da história. O jornalista não é o bonzinho, muitos querem mesmo essas cenas, como disse é o que dá mais dinheiro… mas vale a pena? Os problemas continuam, são reincidentes, crônicos.

O equilíbrio nunca chega e um dia vai cansar, ah vai! Eu acredito no ser humano, acredito na revolução também, mas não na armada. Acredito na revolução dos que questionam: “Qual é o caminho para que eu não participe mais desse show de horror?”.

por Raquel Nantes Tavares

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Sustentabilidade pode ser um bom assunto

Junho 7, 2008 at 7:42 pm (Revista) (, , )

Há períodos, em que a mídia dá enfoque em determinado assunto e se torna muito difícil acompanhar todos as informações. SUSTENTABILIDADE foi o assunto da semana, percebi que diferentes veículos de comunicação abordaram esse tema. Para termos uma pequena idéia, recebi um e-mail sobre um site especializado com noticias sobre sustentabilidade, ouvi no rádio uma breve passagem sobre o assunto, na TV Cultura, uma matéria sobre sustentabilidade e até uma revista no segmento automobilístico também já se fala sobre a tal da sustentabilidade. Mas o que é sustentabilidade? Sustentabilidade significa sobrevivência, entendida como a perenidade dos empreendimentos humanos e do planeta. Por isso, o desenvolvimento sustentável implica planejar e executar ações, sejam elas de governos ou de empresas, sejam elas locais, nacionais ou globais, levando em conta simultaneamente as dimensões econômica, ambiental e social.

 

O veículo abordado neste post é a revista imprensa, conseqüentemente devo falar sobre tal. A revista escreve sobre carros e motos, seu leitor é sem dúvidas, pessoas que estão vidrados em motor – é claro! E grande maioria é do sexo masculino. Por isso, a Revista Motor Show, deu um show na matéria que fala sobre o nosso querido meio ambiente, sem prejudicar seu público fiel. Ela abordou o tema com muita elegância, somando o automóvel com o meio ambiente.  Para aqueles que conhece a revista vai encontrar a matéria cujo título é PAPA-POLUIÇÂO, escrito de forma muito simples. A matéria fala de um carro, já existente, que não polui e ainda limpa o ar que respiramos, entre outras curiosidades.

 

Achei muito interessante a iniciativa da revista, outras revistas também deveriam arriscar e fazer do Tema Sustentabilidade a melhor matéria já escrita no veículo. Quem sabe assim, o tema poderá atingir muitas e muitas pessoas que infelizmente, não acreditam nas melhorias que podem ser feitas em nosso mundo através de pequenos gestos.

 

Por Adriana Fernandes Silva Pestana

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Preparando para web 3.0

Junho 4, 2008 at 12:12 pm (Web)

Na próxima primavera, o Washington Post já vai estar preparado para a Web 3.0. Foi o que anunciou um responsável pela empresa que detém a publicação. Na conferência da Association of Online Publishers, a responsável anunciou que o Post vai desenvolver ferramentas que permitam aos utilizadores interagirem com o site e comunicar com outros utilizadores. Por outro lado, os responsáveis do jornal querem também que os leitores passem mais tempo no site em busca de mais conteúdo.
São exemplos a criação de um serviço que apresente páginas a partir de palavras chave ou tags e optimização da pesquisa.
Mais informação no blog Jornalism.co.uk.

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Reportagens Especiais

Junho 3, 2008 at 10:03 pm (Televisão) (, , , , , , )

Nós, aspirantes a jornalistas, somos inspirados pelos professores a ler, assistir e ouvir notícias. Sinceramente, eu duvido que exista um cidadão que viva sintonizado 24 horas por dia no que acontece no mundo, afinal, todos temos uma vida, precisamos trabalhar, estudar, namorar… é impossível saber de tudo.

 

E o hard news cansa, cansa muito. Claro, é sempre um desafio, exercitar a capacidade de escrever sobre um mesmo assunto dando diferentes enfoques a notícia, saber usar as palavras certas, para fazer um texto conciso, inteligível e rápido, tão rápido quanto os fatos acontecem.

 

Mas o que me atrai muito no jornal televisivo são as matérias especiais, é… os “Globo Repórteres” da vida, os “Fantásticos”, por que não? Não se pode negar a pitada de sensacionalismo de alguns, mas já no primeiro ano aprendemos que esse conceito é muito relativo, porque o sensacionalismo precisa estar presente em tudo o que produzimos no jornalismo. Aprendi então a tirar as vendas que atrapalhavam meus olhos e assistir a alguns programas sem um julgamento pré-estabelecido.

 

As matérias dessas “revistas eletrônicas” são mais apuradas e desenvolvidas, assim como as reportagens especiais que vemos nos telejornais do dia-a-dia. Nelas é que vemos a reflexão e repercussão dos fatos. Nelas é que aprendemos um pouco mais sobre um assunto, que às vezes nem sabíamos da existência.

 

Assisti hoje a uma matéria especial, de uma série que o “São Paulo Acontece”, da Band está veiculando essa semana sobre reciclagem. Mas não aquela reciclagem sobre a qual todo mundo está cansado de falar, mas sim, a reciclagem de materiais como concreto, óleo de cozinha, lâmpadas fluorescentes etc. Eu, pelo menos, nunca tinha parado para pensar sobre esses materiais e o destinado que podem ter depois da reciclagem. As reportagens cumprem seu papel de informar, mas com um algo a mais.

 

Gosto bastante das matérias frias, elas desaceleram um pouco o ritmo desenfreado das notícias de última hora e nos dão um tempo para respirar e refletir.

 

por Raquel Nantes Tavares

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Tá tudo uma bagunça

Junho 2, 2008 at 6:38 pm (Impresso)

O debate sobre a influência da mídia nos caminhos do poder público sempre dá espaço para inúmeros pontos de vista. Alguns acreditam que o impacto é forte, pra bem e pra mal. Outros acreditam que os meios de comunicação são, muitas vezes, isentos de qualquer influência.

Talvez mais um caso a ser discutido seja a utilização de uma revista que o Valor Econômico publicará sobre etanol, que o presidente Luís Inácio Lula da Silva usará na conferência que ocorrerá amanhã, na Agência das
Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura, em Roma.

Lula usa a publicação recheada de dados favoráveis a utilização em larga escala do etanol para desmanchar todos os argumentos sobre a influência dos biocombustiveis no preço dos alimentos.

Me surpreende saber que o presidente acompanha jornal em certos casos.

Como o da demissão de Marina Silva, que a mídia – nacional e internacional - tratava como ícone da
proteção do desenvolvimento sustentável da Amazônia.

O que, também deveriam ter lembrado de publicar é como o mesmo Luís, metalúrgico do ABC, respondeu ao ser questionado sobre os processos orquestrados pela Igreja Universal contra jornalistas.

“Quem escreve o que quer, ouve o que não quer.”

E pra terminar. Afirmando que o exemplo vem de cima. Vocês viram que o secretário de segurança do Rio de Janeiro confirmou que alguns jornalistas foram agredidos e torturados durante sete horas? E os torturadores eram policiais…

E assim se trata o jornalista, quando existe interesse, se lambe os pés, se não torturasse com a benção da ineficácia e impunição, para não dizer conivência do Estado. Mas essa notícia nem saiu nos jornais. Só na internet.

Pois é. Nem a grande mídia deu destaque a esse fato nessa segunda-feira.

Tá tudo uma bagunça.

Por Caio Neumann

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Notícias, trabalhos e a sexta-feira!

Maio 29, 2008 at 9:47 pm (1, Rádio)

 Tenho notado que a melhor parte das programações de rádio são as reportagens ou as séries especiais.

 No final de abril e início de maio, a rádio CBN fez uma série de reportagens especiais sobre a imigração japonesa. Contou como foi a vinda, o preconceito, as dificuldades, os dias atuais e a nova cultura que surgiu no Brasil, a nipo-brasileira. Essa cultura surge das relações entre japoneses e brasileiros, surge da mistura entre estes dois povos. É um assunto que está em pauta este ano, mas dependendo da maneira como é abordado torna-se interessante. Os sons, as músicas, tudo nesta série especial nos coloca dentro de um cenário oriental.

Eu gosto das reportagens de rádio também porque, algumas vezes, fogem de assuntos agendados pela mídia, como por exemplo, a reportagem sobre doação de órgãos, também veiculada pela rádio CBN. Na matéria fala-se sobre como eram feitos os transplantes antigamente, como são feitos hoje e qual a importância do incentivo à doação de órgão. Doações essas que salvam vidas! Se não somos capazes de ajudar alguém enquanto vivemos, porque não ajudar depois que morremos. Afinal, o corpo não nos será mais importante!

 É claro que os principais fatos do dia são fundamentais. Aliás toda a programação, os jornais, os resumos das notícias, as prestações de serviço. Tudo é importantíssimo!! Mas essa semana, foi uma semana exaustiva! Me pareceu que o tempo não foi suficiente em nada! As aulas não rendiam! Os trabalhos não entravam nos eixos! E eu ouvindo rádio o dia todo para formular o meu post de toda semana. Cansada, confesso que não prestei atenção em nada! Pra mim foi maçante, as notícias me cansavam demais!

Até que uma reportagem com seu sons ambientes e efeitos sonoros, e com uma informação interessante cruzou o meu caminho! Em casa acessei o site das rádios e procurei pelas reportagens. Ouvi todas! Gostei de muitas! Aprendi bastante! E se possível, depois dessa tormentosa semana, conseguirei postar no blog, finalmente, e ainda colocar em prática, nas aulas de rádio, o que acompanhei durante todos esses dias.

 Termina logo, semana!… Ainda bem que amanhã é sexta-feira!

 

postado por Amanda Sakumoto Cotrim Maziero. 

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