Dicas para jornalistas na internet

Abril 30, 2008 at 5:46 pm (Web) (, , , , )

O post de hoje sobre Jornalismo Digital está recheado de dicas.

Primeiramente, do portal UOL, com dicas de bloqueiros famosos, sobre como transformar seu blog em um sucesso na internet. Traz várias dicas que irão ajudar a montar e cultivar seu blog, com destaque para o final da matéria, com um vídeo do Marcelo Tas.

O Blog, para alguns, é uma ferramenta de trabalho, para outros, momentos de emoção, mas creio que a principal função seja a reflexão sobre um determinado tema. (Reflita sobre isso). Um jornalista sempre tem a função de informar, mas se consegue fazer o informado refletir, causa entendimento, logo, conhecimento.

Outra dica para jornalistas é o blog do Noblat, um dos pioneiros a “brincar” de blog e o blog do Google, que é sempre bem-vindo, com destaque para o post da última sexta-feira, dia 25. E a última da semana é para aqueles jornalistas que querem levar consigo seus favoritos do navegador, aliás, como o professor Flávio Falciano* nos disse: “A agenda é tudo que o jornalista tem, em resumo de fontes”, então nada melhor que levar os seus sites prediletos para cima e para baixo aonde quer que esteja, tendo sempre o auxílio deles, então como estamos falando de Web por aqui, está aí uma dica para Jornalistas Virtuais na rede. Recomendo para quem usa o Firefox, o add-on do Foxmarks, entre outros do gênero. Façam um Twitter, instalem o TwitterFox

O Professor Flávio Falciano ministra aulas de Introdução ao Jornalismo, Rádio-Jornalismo, entre outras pela Universidade Imes e Metodista.

Por Rudá Costa

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“Alguma coisa acontece no meu coração, que só quando cruza a ‘Aurora’ e avenida São João…”

Abril 29, 2008 at 1:34 pm (Televisão) (, , )

Eu sou umas das 4 milhões de pessoas que prestigiou as atrações da Virada Cultural… ou pelo menos tentei. Coitada de mim! Fui praticamente violentada pelo pessoal que resolveu fazer o mesmo que eu: ficar acordadinha a madrugada inteira, para prestigiar Zé Ramalho, Mutantes, entre outros, no palco da Avenida São João. Cheguei meia-noite. Consegui ouvir o Zé, ver que é bom… e nem tentei esperar pelos Mutantes.

Caos. Estava cercada por fumantes compulsivos e apreciadores nem um pouco contidos de álcool e marijuana. Deixo claro que não sou contra o uso desses dois tipos de drogas, mas quando eles passam a atrapalhar a minha diversão e a dos outros, aí eu tenho que reclamar. Estava com a minha turma, gente pacífica, bebedores de suco de acerola, ao lado de uma banca de jornal, tentando ver a barba do Zé, quando, sem mais nem menos, um ser nada simpático invade a cena e sobe no topo da tal banca, que por sinal, estava novinha em folha. No caminho, quebra uma das telhas e quase se esborracha no chão. Na hora fiquei com dó do dono da banca, que veria o estrago só na segunda-feira.

Pelo caminho de volta, mais e mais motivos para escrever esse post: a beleza dos malabaristas que faziam acrobacias em um sofá suspenso por guindaste, foi apagada pelo monte de papel picado que vinha do céu, diretamente para os bueiros. Pessoas mal educadas jogando lixo por onde passavam, vândalos em cima dos banheiros públicos, furadores de fila na bilheteria do metrô República. E até uma E.T fumando dentro do trem. É… só pode ser um E.T., porque cidadão que se preze nem sequer cogita a idéia de fumar dentro de um trem.

Naquela parte do evento só vi um ponto positivo e, ainda sim, deturpado. Os catadores de sucata, que com certeza fizeram a festa ontem, ao vender as latinhas que recolheram para o ferro-velho.

Eu estava esperando, no mínimo, uma nota simples em algum telejornal. E o que vejo? Só “rasgação” de seda. Claro, claro. Não se pode tirar o mérito, afinal, um evento como esse se compara, pelo tamanho e a boa intenção, aos grandes festivais europeus. Porém, e sempre há um porém, a grande virada cultural deveria estar na atitude das pessoas. Infelizmente, presenciei apenas mesmices, tanto no evento, quanto nos telejornais, que abafaram o caso e mostraram somente belezas.

Será que tem algo a ver com o tiroteio que ocorreu na última edição da Virada, durante o show dos Racionais Mcs? Os telejornais quiseram mostrar que esse ano correu tudo bem?

Não sei não, mas seria bom ver uma matéria estilo “antes e depois”, mostrando a avenida, a banca de jornal… e a cara do dono, quando visse o seu patrimônio destruído.

por Raquel Nantes Tavares

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Monumento Paulistano

Abril 28, 2008 at 5:31 pm (Impresso)

São 138 metros de altura e 500 toneladas de aço compondo os 144 cabos importados da Espanha. A Ponte Estaiada Jornalista Octavio Frias de Oliveira me envergonha e eis que a encontro na primeira página do Estado de São Paulo.

Ela me orgulharia se a visse do alto do terraço do meu sobrado ou de alguma janela do WTC lá na marginal Pinheiros. O caso é que toda vez que me lembro dessa maravilha da engenharia moderna, me vem à cabeça a favela que persiste aparecer no novo cartão postal da minha adorada cidade.

No final da matéria do caderno Cidades/Metrópole, mais precisamente na última frase da matéria encontramos a seguinte afirmação, “Inicialmente orçada em R$184 milhões, a obra custou R$233 milhões”. Frustrante. Esse deveria ser o lead da matéria. Afinal, será que os representantes do nosso magnificente Estado, com seu histórico de honestidade, não deveriam prestar contas desses míseros R$43 milhões?

A Favela do Jardim Edith, que a prefeitura está oferecendo cheques-despejo de R$ 5 mil a R$ 8 mil para os moradores ou moradia no conjunto habitacional da CDHU do Campo Limpo – a 18 km do local – mostra que o velho dilema, “dar o peixe ou ensinar a pescar”, é insistente na forma como as coisas são levadas por aqui.
Ponte

Sem levar em conta o problema social que enfrentamos e que nenhum veículo abordou de forma a denunciar, essa extravagância era necessária para mitigar a insuficiência das vias públicas em receber tantos veículos?

No caderno de final de semana do Valor Econômico a matéria de capa trata do problema dos congestionamentos da cidade de São Paulo. O município desperdiça 33,5 bilhões por ano por conta desse infortúnios e os investimentos necessários em transporte de massa ou ciclovias entre outros, não são pragmáticos.

Mas o Valor Econômico nem citou a obra faraônica as margens do Rio Pinheiros.

Os engenheiros que participaram da obra afirmam que a ponte aliviará o trânsito na região da Avenida Jornalista Roberto Marinho e a Avenida das Nações Unidas (Marginal Pinheiros).

Ainda sim uma pergunta fica martelando a minha cabeça, seria melhor se os faraós Quéops, Quéfren, e Menkaure (ou Miquerinos) – pai, filho e neto – construíssem as pirâmides de Gizé às margens do Rio Nilo ou libertado os escravos que morreram na construção ou, indo mais longe, investido o capital humano em outros recursos?

Talvez o Egito não tivesse sido subjulgado por Roma.

Caio Neumann

Ponte Estaiada

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Jornalismo, defensor da ética ou transgressor dela?

Abril 25, 2008 at 9:48 pm (Revista) (, , , )

Em abril, a revista Veja publicou uma matéria sobre o drama do comentarista esportivo da TV Globo, Walter Casagrande Júnior. O ex-goleador sofreu um acidente em São Paulo no mês de setembro de 2007 e durante o atendimento médico percebeu-se que havia algo errado com a sua saúde. Casagrande é dependente de cocaína, heroína e sofre de hepatite C. Depois do acidente, a família o internou numa clinica de desintoxicação, onde ainda se encontra.

O fato é que a revista Placar – pertencente à Editora Abril, publicou em março uma matéria que desvendava o que estava por trás da série de problemas que cercava Casagrande. Segundo a Veja “a Placar, num belo esforço de reportagem, trouxe à luz em detalhes”. A revista sofreu críticas constantes, a Energia 97 condenou a revista por abordar a vida privada do ex-jogador, para o jornalista Juca Kfouri o assunto era de “interesse do público, mas não de interesse público”.

Em pesquisas que realizei sobre o caso, percebe-se a revolta dos leitores pela a falta de ética nos meios de comunicação. Na minha concepção a revista Placar agiu de forma equivocada, invadiu a privacidade dos envolvidos em troca de mostrar o diferencial da revista “um diferencial sem ética”.

A Veja considerada uma revista modelo, fez questão de publicar logo em seguida, uma matéria evasiva. Obviamente o intuito era defender o conteúdo da revista Placar, mas, é importante lembrar que ambas são independentes e não precisam de defesas, principalmente quando se trata de veículos vinculados que é o caso delas. Isso é apelativo.

É lamentável saber que veículos de comunicação, conhecendo os valores éticos do jornalismo, ainda se sujeitam a explorar pessoas para conseguir uma matéria “bem sucedida”. Nesta e outras milhares de reportagem a defesa é sem duvida, pura hipocrisia! Fica a indignação e a pergunta: Qual é a punição para aqueles que desrespeitam código de ética?

por Adriana Fernandes S. Pestana

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As notícias no ABC

Abril 25, 2008 at 12:39 am (Rádio)

Ultimamente tenho escutado a Rádio ABC, e sinceramente, me identifiquei com a programação. É claro! Afinal nasci e sempre morei na região do Grande ABC. Gosto de como, diferente do Jornal Diário do Grande ABC, essa rádio não compete com as grandes emissoras, como a CBN, a Bandeirantes e a BandNews, por exemplo. A Rádio ABC tem seu conteúdo voltado para o público dessa região. Suas notícias são de interesse e utilidade dos moradores do Grande ABC.

Fiquei satisfeita em ouvir uma programação séria, com enfoque nos assuntos da minha região. Normalmente, as pessoas nascidas aqui dão muito valor às notícias de São Paulo. Somente o que acontece na capital é que tem importância. Estar por dentro desses, faz de vc uma pessoa inteligente e culta e informada.

Realmente, eu concordo que, ainda mais no jornalismo, é preciso saber o que acontece em todos os lugares. Mas o que adianta acompanhar os fatos do mundo todo, se você não sabe o que acontece embaixo do próprio nariz, na cidade onde mora! Sabe o nome do prefeito de São Paulo, mas não sabe o nome do prefeito da sua cidade.

Isso também acontece com a maioria dos meios de comunicação daqui. Grande parte não cobre os acontecimentos das Sete Cidades, ou dão um enfoque de coluna social aos assuntos.

É claro que a Rádio ABC aborda as principais notícias do país também, mas tem a preocupação com seu público alvo. Não adiantaria nada ter uma rádio no ABC que nos informasse sobre o trânsito das Marginais ou do Minhocão!!!

Na verdade, não quero fazer propaganda da rádio, afinal não ganharia nada com isso. Meu intuito é fazer com que você que mora na região das Sete Cidades, dê mais valor à sua cidade. Que os estudantes de jornalismo se interessem pela região, e não almejem apenas em chegar a CBN ou BandNews (isso seria ótimo, com certeza!!!!), mas saibam que, se todos se empenhassem e fizessem um bom trabalho nos veículos de comunicação da região, um dia teremos a mesma qualidade e respeito das mídias de São Paulo!!!

Visite o site da rádio http://www.radioabc.com.br/index.asp e ouça a rádio on line. Ou sintonize AM 1570! Acompanhe as notícias do Grande ABC!

por Amanda Sakumoto Cotrim Maziero

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Facilidade/Comercialidade

Abril 23, 2008 at 8:39 pm (Web) (, , , , , )

Hoje, dou destaque para as principais homes de portais da internet.

Começando pelo portal Terra, que divulga uma notícia de uma garota de seios de fora. Matéria divulgada exatamente às 15:07 desta quarta-feira, e entra a pergunta.

Cadê a ética, o profissionalismo, o respeito, de um portal que se considera de âmbito internacional, de índole jornalística, em reproduzir uma matéria como essa? E como se não bastasse, há diversos links divulgando o ensaio sensual da garota, sem nenhum teste de Turing, sem nenhum aviso, sem nenhum alerta, sem nada! Até mesmo o site the girl, associado ao portal Terra que contém conteúdo erótico, tem avisos antes de acessar o site. Agora EU me pergunto, se eu assinasse o Terra, e tivesse um filho? Tudo bem, achar que isso é tempestade em copo d’água, é verdade, levando em consideração que basta uma pessoa digitar “pedofilia” no Google, que ela acha diversas fotos e vídeos sobre o tema, e se procurar bem, até acha umas criancinhas para comercializar. O ponto em que quero chegar é justamente essa facilidade, de que qualquer pessoa pode acessar, comprar, vender, o corpo pela internet. E o Terra, mais uma vez, faz essa alusão.

Será que é necessário tudo isso para vender?

Mais uma do Terra, agora é sobre uma frase que estava a alguns dias atrás no portal. “Fuja das frases irritantes das sogras” Leia em voz alta…

De acordo com Vera Íris Paternostro “Por trás da leitura em voz alta, existe também outra preocupação: a sonoridade das palavras…”. Lendo a frase dá a impressão que somos uma cobra, pois tudo termina em S, o que é curioso, sem contar no mau gosto do editor em escolher a frase, porque se dá a entender, que todas as sogras falam frases irritantes.

Minutos depois a notícia se extinguiu!

Essa é do site G1, da Globo, que coloca na home, que “Ônibus desgovernado invade bar em Ipanema“, e ao clicar temos outra notícia (creio eu) que o ônibus havia invadido um restaurante. Falta de atenção. Mas cadê a correção?

E a última é do Google.

http://celebridades.uol.com.br/album/20080308_album.jhtm?abrefoto=15

Termino o post com um vídeo, uma dica para os internautas.

por Rudá Pereira da Costa

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O ABC fora do ar!

Abril 22, 2008 at 3:15 pm (Televisão) (, , , , )

Passei o feriado no litoral e como o frio e a chuva não deram trégua, mínha única escolha foi acompanhar a programação da tv. Para o meu descontento, a única emissora que “pegava” direito era a filial da Globo, a TV TRIBUNA … então me contentei em acompanhar os telejornais locais e até me animei com a possibilidade de fazer um comparativo com os da capital.

Foi aí que caí em mim: eu não moro na capital. Pois é… 22 anos para descobrir que sei mais do trânsito da Avenida Paulista (vou lá poucas vezes e de metrô) do que da Perimetral e Avenida Industrial de Santo André (passo por elas todos os dias, a caminho da Universidade). Tá certo… eu sei mais das duas porque as uso com mais freqüencia, porém, nenhum telejornal me avisa qual o melhor caminho a ser tomado quando vou para o  IMES… tantas faculdades aqui na região, tanta gente sofrendo com o trânsito todos os dias e nada de informação. Quem liga o rádio fica sabendo de tudo de São Paulo, mas do ABC…  a única rádio na região, a Rádio ABC, ainda  tem pouca representatividade.

Falo de trânsito com o intuito de ilustrar melhor a situação, mas todo o resto também se encaixa. Da mesma maneira que o litoral tem os seus telejornais pela manhã e à tarde, o ABC poderia ter o seu drops de notícias na TV aberta, afinal somos muitos, espalhados por 7 cidades, a terceira maior economia do país, temos representividade nacional, somos cidades industriais e ao mesmo tempo dormitórios, começamos agora a ascender para o comércio, sem contar o grande número de faculdades que levam o nome dos municípios. Taí! Porque não um telejornal com a nossa cara?

Vivemos tanto em função da capital, mas em suas aulas, o professor Carlos Alberto defende a regionalização das mídias, para uma melhor representação dos problemas e anseios dos cidadãos. Não há como contribuir de forma cidadã para os municípios, quando pouco se faz pelos cidadãos e muito se fala em audiência, espetacularização das notícias, ainda mais, das notícias da capital.

 por Raquel Nantes Tavares

 

 

 

 

 

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A revista que marcou o século XX

Abril 22, 2008 at 12:53 am (Revista) ()

A informação é a principal fonte de conhecimento para aqueles que buscam retransmitir uma mensagem clara e objetiva. Baseado em nossos conhecimentos iremos gerar uma discussão sobre os veículos de comunicação e analisar as matérias publicadas. Antes de comentar sobre a revista impressa, trago algumas informações sobre a primeira revista no Brasil, chamada O Cruzeiro.

A revista O Cruzeiro não foi apenas mais um veículo do império de Assis Chateaubriand. Pode-se dizer que era seu carro-chefe e a principal revista ilustrada do País, numa época em que emanava o jornalismo sensacionalista e o conglomerado da imprensa.

• A primeira edição de O Cruzeiro é de 10 de novembro de 1928.

• Grandes nomes fizeram história em O Cruzeiro. Dentre eles, Millôr Fernandes, Péricles de Andrade Maranhão (criador de O amigo da onça) e Rachel de Queiroz.

• Geralmente as capas traziam modelos, atrizes e mulheres bonitas. Eram raras as capas políticas. Getúlio Vargas, JK, João Goulart e Jânio Quadros estão entre essas raridades.

• A revista tem recordes ainda não quebrados como edições com mais de 750 mil exemplares (até hoje, proporcionalmente, a maior) e sua longevidade, 47 anos (só agora, em 2003, Veja completou 35 anos).

• A última edição de O Cruzeiro é de julho de 1975, com Pelé na capa, então jogador do Cosmos, vestido de Tio Sam.

Sobre Assis Chateaubriand

Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira de Melo nasceu em Umbuzeiro, Estado da Paraíba, em 5 de outubro de 1892, dia de São Francisco de Assis. Estudou no Ginásio Pernambucano, em Recife. Ainda em Recife, iniciou sua carreira jornalística, escrevendo para o Jornal Pequeno e o Diário de Pernambuco, onde chegou a redator-chefe.

Fundação Assis Chateaubriand – http://fac.correioweb.com.br/

Espero que tenham conhecido um pouco a história do ilustre Assis Chateaubriand e da Revista que marcou o século XX.

por Adriana Fernandes S. Pestana

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As agendas da mídia

Abril 17, 2008 at 3:53 pm (Rádio) (, , , )

Hoje é meu primeiro post. Meu nome é Amanda e eu analiso as rádios.

Esta semana acompanhei duas emissoras a CBN e a Rádio Bandeirantes. Procurei, enquanto ouvia a programação, alguma notícia ou alguma forma de veiculação de notícias que me chamasse a atenção e me voltasse à memoria alguma aula que já tivemos. Em meio as minhas divagações lembrei-me das aulas sobre Agenda setting e percebi como realmente os veículos de comunicação agendam os assuntos que serão debatidos pelos cidadãos.

O assunto do momento (por sua gravidade é claro!) é a Dengue e como combater o seu transmissor. Todos os holofortes estão voltados para o Rio de Janeiro e para o caos que se instalou na cidade. Não falerei mais sobre o que tanto se dicute em todas as mídias. Mas engraçado… a Febre Amarela sumiu! Parece até que houve uma cura repentina! Ninguém mais, nas regiões do Pantanal ou da Amazônia, foi contaminado nesses últimos dias. Na verdade, muitas pessoas ainda são contaminadas pela febre amarela, mas numa região mais distante, e talvez, essa distância fará com que a doença nunca nos atinja. O que não é verdade!!! A febre amarela está tão próxima de nós quanto a dengue, afinal as duas são transmitidas por benditos mosquitinhos.

É impressionante a capacidade que a mídia tem de direcionar a atenção de seu público! Jornalismo têm um poder nas mãos! Afinal, com as matérias sobre a dengue, a população do país todo cobra dos dirigentes uma solução. E o mais rápido possível! Por que, então não aproveitar essa influência e lembrar a população de que a Febre Amarela pode se tornar uma epidemia a qualquer momento] Por que, então, não previnir e fazer com que a sociedade cobre uma precaução dos governantes sobre o assunto] Porque se não ficamos de olho, as coisas neste país são empurradas com a barriga, e depois, acaba omo o Rio de Janeiro, em lágrimas; desespero; filas e perda da fé em quem nos governa.

por Amanda Sakumoto Cotrim Maziero

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A internet nos meios de comunicação

Abril 16, 2008 at 7:37 pm (Web) (, , , , )

Eu sou Rudá Costa e integro essa maravilhosa equipe de aspirantes à jornalistas, nessa caminhada em nosso Blog. Irei tratar do jornalismo na internet, e logo de antemão, suspiro aos colegas sobre a Semana de Tecnologia 2008, que ocorrerá na Universidade IMES. Recomendo a presença, que será de grande ajuda para moldar idéias em Gestão Empresarial, ou até mesmo como fazer funcionar seu futuro jornal, utilizando dos meios da tecnologia. Enfim, todo conhecimento é sempre agregado.

E para iniciar, vamos comentar como a internet (cyberjornalismo, webjornalismo ou jornalismo digital), está ligada as outras mídias, como rádio, televisão e impresso. Mas com o avanço da tecnologia, e a Era da Internet, os meios de comunicação e as mídias sofreram diversas alterações em seus cronogramas, encurtando o tempo útil das reportagens e matérias, fazendo assim com que os jornalistas acelerassem seu ritmo de produção, desencadeando em uma queda no nível das matérias. E é aí, em que nós entramos.

Existem diversos portais, que fazem essa ligação entre TV, Rádio e Impresso, mas nem sempre da forma correta, às vezes confiando muito nas agências de notícias, os erros e concordâncias passam despercebidos. Analisando os portais que oferecem informação via internet, concluímos que existem inúmeros, porém, poucos trazem da bagagem que tiveram na universidade, o compromisso de serem jornalistas e de como aplicar esse conceito no dia-a-dia.

O Universo On Line, um dos portais analisados, junta diversas mídias, trazendo podcasts, TVUOL, notícias da Folha de São Paulo, e agora inovando com videocasts da Folha.

Anunciando então, para os assinantes e leitores do portal Universo On Line, o Blog do Ombudsman, que trata justamente desse assunto de compromisso com a profissão, mas específico dos próprios jornalistas da redação do UOL e reclamações de assinantes. Vale lembrar que o Boletim Dicas de Português, também alerta para os erros dos profissionais, dando dicas para o leitor, de como melhor seu português.

Outras ligações podem ser feitas, como é o exemplo do Jornal Nacional no Youtube, em que se pode assistir na íntegra algumas transmissões do Telejornal. A rádio CBN, entre inúmeras outras mídias, apenas por testar o poder da internet.

Saúdo-lhe por aqui, e vou-me embora. Lembre-se Jornal Didático todos os dias! Porém o meu post é às quartas. ATÉ LÁ!

por Rudá Pereira da Costa

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