Sustentabilidade pode ser um bom assunto
Há períodos, em que a mídia dá enfoque em determinado assunto e se torna muito difícil acompanhar todos as informações. SUSTENTABILIDADE foi o assunto da semana, percebi que diferentes veículos de comunicação abordaram esse tema. Para termos uma pequena idéia, recebi um e-mail sobre um site especializado com noticias sobre sustentabilidade, ouvi no rádio uma breve passagem sobre o assunto, na TV Cultura, uma matéria sobre sustentabilidade e até uma revista no segmento automobilístico também já se fala sobre a tal da sustentabilidade. Mas o que é sustentabilidade? Sustentabilidade significa sobrevivência, entendida como a perenidade dos empreendimentos humanos e do planeta. Por isso, o desenvolvimento sustentável implica planejar e executar ações, sejam elas de governos ou de empresas, sejam elas locais, nacionais ou globais, levando em conta simultaneamente as dimensões econômica, ambiental e social.
O veículo abordado neste post é a revista imprensa, conseqüentemente devo falar sobre tal. A revista escreve sobre carros e motos, seu leitor é sem dúvidas, pessoas que estão vidrados em motor – é claro! E grande maioria é do sexo masculino. Por isso, a Revista Motor Show, deu um show na matéria que fala sobre o nosso querido meio ambiente, sem prejudicar seu público fiel. Ela abordou o tema com muita elegância, somando o automóvel com o meio ambiente. Para aqueles que conhece a revista vai encontrar a matéria cujo título é PAPA-POLUIÇÂO, escrito de forma muito simples. A matéria fala de um carro, já existente, que não polui e ainda limpa o ar que respiramos, entre outras curiosidades.
Achei muito interessante a iniciativa da revista, outras revistas também deveriam arriscar e fazer do Tema Sustentabilidade a melhor matéria já escrita no veículo. Quem sabe assim, o tema poderá atingir muitas e muitas pessoas que infelizmente, não acreditam nas melhorias que podem ser feitas em nosso mundo através de pequenos gestos.
Por Adriana Fernandes Silva Pestana
As notícias através da imagem
A revista Super Interessante é sempre uma fonte de conhecimento inacreditável. Na edição mais recente a matéria “Olha o radar”, mostrou a ousadia das pessoas diante dos radares no Brasil. As câmeras instaladas tiram cerca de 300 mil fotos por dia, segundo a revista Super Interessante.
A matéria atrai principalmente os preguiçosos da leitura, esse detalhe chamou a minha atenção e resolvi conferir na integra. A principal característica da matéria é a forma que foi abordada pela a revista, poucas frases e muitas fotos. Como diz o nosso professor Flávio Falciano, “no jornal uma foto de qualidade e expressiva pode dispensar um bom texto”. Isso também vale para as revistas impressa.
Cenas bizarras, acidentes, motoristas infratores e muita gente querendo aparecer, são temas das fotos anexadas na revista…e quanta ousadia!
A matéria, ou melhor, o conjunto de imagens chocantes, traz às pessoas a realidade que quase ninguém conhece, os acidentes e o desrespeito às sinalizações, são as infrações mais comuns entre a sociedade, mas a matéria mostra que as infrações podem chegar ao extremo, como por exemplo: um casal que andava em uma moto em velocidade e sem roupa nenhuma, outro exemplo, e da placa de um automóvel que em vez de letras e números exibia a palavra LADRÃO, nossa…essa foi forte!
As fotos deixam indícios que muitos dos infratores atuam conscientemente e outros parecem estar revoltados com as inúmeras multas que sofreram, enfim, ambos estão vivendo em conflito com a legislação do trânsito em nosso país. O que devem entender é que as leis e regras são desenvolvidas com o propósito de organizar a sociedade.
Para finalizar meu post, quero parabenizar a revista Super Interessante pela criatividade, pelas fotos que foram muito bem aproveitadas e trouxe o essencial para seus leitores: A INFORMAÇÃO.
Adriana Fernandes Silva Pestana
Tudo no mundo vira moda
Na 3° semana de maio, a Universidade IMES proporcionou aos alunos uma diversidade de palestras através do FOCO, evento realizado uma vez por ano.
O tema desta edição foi sobre o Consumismo e o Mundo Moderno, o que me chamou atenção, para a publicação da Revista Exame desta semana. O mais curioso é que, em uma única matéria da revista, o tema consumismo e mundo moderno está presente. Parece ser difícil identificar o consumismo em nossas vidas, mas, o mundo moderno pertinentemente está explícito no cotidiano, a começar com as tecnologias.
O mundo moderno propõe novas expectativas para o ser humano, mas, pode causar grandes impactos negativos, falo das pessoas que indiretamente contribui com a modernidade, através do consumismo, onde tudo que é moderno, e todo mundo usa, vira moda, e o que está na moda é consumido, é um círculo vicioso que tende à crescer ainda mais.
A revista Exame aborda a futura cobiça dos brasileiros, que são: os celulares com acesso à TV que servem para fazer compras e até ler romance, mas isso, é no Japão e na Coréia do Sul, lá as invenções não param de crescer. Será que eles pensam no mal que podem causar à natureza?
O consumismo chega a ser uma patologia comportamental. Pessoas compram compulsivamente apenas para atender à vontade de comprar, além disso, traz várias conseqüências negativas por não se preocuparem com o meio ambiente. A mídia também faz parte do consumismo. Os meios de comunicação estão carregados de publicidades, mas, não é só as publicidades e propagandas, alguns temas que são abordados, também contribuem com este hábito.
É possível que os meios de comunicação façam a sua parte sem prejudicar seu principal objetivo, que é a lucratividade, para isso é preciso ter acima de tudo vontade.
por Adriana Fernandes Silva Pestana
Tudo no mundo vira moda
Na 3° semana de maio, a Universidade IMES proporcionou aos alunos uma diversidade de palestras através do FOCO, evento realizado uma vez por ano.
O tema desta edição foi sobre o Consumismo e o Mundo Moderno, o que me chamou atenção, para a publicação da Revista Exame desta semana. O mais curioso é que, em uma única matéria da revista, o tema consumismo e mundo moderno está presente. Parece ser difícil identificar o consumismo em nossas vidas, mas, o mundo moderno pertinentemente está explícito no cotidiano, a começar com as tecnologias.
O mundo moderno propõe novas expectativas para o ser humano, mas, pode causar grandes impactos negativos, falo das pessoas que indiretamente contribui com a modernidade, através do consumismo, onde tudo que é moderno, e todo mundo usa, vira moda, e o que está na moda é consumido, é um círculo vicioso que tende à crescer ainda mais.
A revista Exame aborda a futura cobiça dos brasileiros, que são: os celulares com acesso à TV que servem para fazer compras e até ler romance, mas isso, é no Japão e na Coréia do Sul, lá as invenções não param de crescer. Será que eles pensam no mal que podem causar à natureza?
O consumismo chega a ser uma patologia comportamental. Pessoas compram compulsivamente apenas para atender à vontade de comprar, além disso, traz várias conseqüências negativas por não se preocuparem com o meio ambiente. A mídia também faz parte do consumismo. Os meios de comunicação estão carregados de publicidades, mas, não é só as publicidades e propagandas, alguns temas que são abordados, também contribuem com este hábito.
É possível que os meios de comunicação façam a sua parte sem prejudicar seu principal objetivo, que é a lucratividade, para isso é preciso ter acima de tudo vontade.
Por Adriana Fernandes Silva Pestana
O espaço excessivo da publicidade
As mais recentes revistas trazem matérias de capa que certamente merecem atenção do público. Na ânsia por encontrar algo que foge do obvio, busquei os recursos da internet, mas as expectativas não foram alcançadas, as matérias que encontrei foram às mesmas, e todos já estão cansados de saber da burrada que o jogador de futebol Ronaldo “o fenômeno” fez, o caso Isabella que parece nunca ter fim e não podemos deixar de citar o Dossiê que envolve a ministra Dilma Rousseff, enfim são essas as notícias do momento e sinceramente, enche o “saco”, no fim, tudo acaba em pizza.
Hoje sexta-feira, exatamente o dia em que devo postar no blog, encontrei uma revista muito conceituada que me chamou a atenção, inicialmente confundi com outra revista, mas até aí, tudo bem, quando comecei folhear a revista tive a mesma sensação de quando eu fiz a busca na Internet, parecia que o meu mundo estava limitado às informações. A ansiedade era tanta, quase passou despercebida uma matéria modesta, mas atrativa, não consegui parar de ler e não tive dúvida é dessa matéria que quero discutir.
Muitos podem achar uma besteira, mas o tema da matéria é sobre aprovação da lei estadual que proíbe o sacrifício de cães e gatos em canis públicos. Sobre a matéria não há muito que dizer é uma matéria simples, mas muito bem direcionada. O conteúdo serve para que leitores e pessoas comum tenham a oportunidade de saber o que é um Centro de Controle de Zoonoses. Eu tinha poucos conhecimentos sobre a organização, a lembrança que eu mantinha, era quando a carrocinha passava e desesperadamente eu queria salvar um cachorro de rua, porque eu sabia que ele iria morrer.
Mas o que me chamou atenção foi o espaço que utilizaram para publicarem a matéria. Todos nós sabemos que a publicidade é a alma do negócio, porém é inadmissível que boas matérias não são exploradas, enquanto a publicidade é constituída por nove páginas consecutivas, o consumidor perde muito com essa situação.
A matéria encerra com um gosto de quero mais e a publicidade assume o lugar que poderia ser bem aproveitado, deveria ser limitada nos meios de comunicação. Não sou contra a publicidade, mas em alguns veículos ela é excessiva.
http://www.prefeitura.sp.gov.br/servicos/cidadaos/meio_ambiente/animais/index.php
por Adriana Fernandes Silva Pestana
A manipulação das informações jornalísticas
Assim como os jornais, a TV, o rádio e a Internet a revista imprensa é um veículo de comunicação comum que visa informar seus leitores. Uma revista como a Época e Veja que são consideradas as principais revistas de São Paulo, dispõe de conteúdos atrativos e bem elaborados, incentivando cada vez mais seus fiéis leitores.
Mas, será que a informação anexa é de fato confiável? Será que estou comprando algo que realmente vai me informar, ou vai me sacanear? Quantas pessoas já se perguntaram a respeito? Todavia é a forma que buscam para obter a informação dos acontecimentos. Poucos sabem, mas, a informação que você leu na revista de sua preferência, pode ser uma informação trivial, outros fatos mais importantes podem estar ocorrendo, mas, não se sabe sobre tal.
Com a evolução da tecnologia, a informação evidentemente também cresceu, são tantas as fontes e informações, que o jornalista decidi, o que seu público deve saber, isso significa que pode ou não ser, algo necessário. Por isso, é importante que as pessoas tenham o senso critico apurado, pesquisar sobre determinados assuntos, nunca é demais.
Apurar informações por meio de outros veículos de comunicação é uma atitude sensacional, procurar revistas da região, pode ajudá-lo a ter outro ponto de vista. Normalmente o ato seletivo pode contribuir na hora de escolher uma revista séria, ser seletivo, não significa ser o “chato”, significa buscar o conhecimento que irá saciar a sua necessidade. O crescimento desenfreado de informações faz parte do nosso cotidiano, cabe a nós fazer uma boa escolha.
Muito antes de iniciar a faculdade de jornalismo, o meu interesse pela a informação era quase que insignificante, as informações que eu lia, ouvia e assistia era o fato mais puro e verdadeiro que existia. Na época, não havia incentivos e nem desejo de ir além.
Por ironia, o curso despertou-me o interesse pela informação, estudar comunicação não é saber apresentar um telejornal, requer pesquisa, literatura, olhar critico e exije muito mais de você, do que se imagina.
por Adriana Fernandes Silva Pestana
Jornalismo, defensor da ética ou transgressor dela?
Em abril, a revista Veja publicou uma matéria sobre o drama do comentarista esportivo da TV Globo, Walter Casagrande Júnior. O ex-goleador sofreu um acidente em São Paulo no mês de setembro de 2007 e durante o atendimento médico percebeu-se que havia algo errado com a sua saúde. Casagrande é dependente de cocaína, heroína e sofre de hepatite C. Depois do acidente, a família o internou numa clinica de desintoxicação, onde ainda se encontra.
O fato é que a revista Placar – pertencente à Editora Abril, publicou em março uma matéria que desvendava o que estava por trás da série de problemas que cercava Casagrande. Segundo a Veja “a Placar, num belo esforço de reportagem, trouxe à luz em detalhes”. A revista sofreu críticas constantes, a Energia 97 condenou a revista por abordar a vida privada do ex-jogador, para o jornalista Juca Kfouri o assunto era de “interesse do público, mas não de interesse público”.
Em pesquisas que realizei sobre o caso, percebe-se a revolta dos leitores pela a falta de ética nos meios de comunicação. Na minha concepção a revista Placar agiu de forma equivocada, invadiu a privacidade dos envolvidos em troca de mostrar o diferencial da revista “um diferencial sem ética”.
A Veja considerada uma revista modelo, fez questão de publicar logo em seguida, uma matéria evasiva. Obviamente o intuito era defender o conteúdo da revista Placar, mas, é importante lembrar que ambas são independentes e não precisam de defesas, principalmente quando se trata de veículos vinculados que é o caso delas. Isso é apelativo.
É lamentável saber que veículos de comunicação, conhecendo os valores éticos do jornalismo, ainda se sujeitam a explorar pessoas para conseguir uma matéria “bem sucedida”. Nesta e outras milhares de reportagem a defesa é sem duvida, pura hipocrisia! Fica a indignação e a pergunta: Qual é a punição para aqueles que desrespeitam código de ética?
por Adriana Fernandes S. Pestana
Jornal Didático no ar!
Este é o primeiro post do Jornal Didático!
Todo o dia útil da semana, o blog trará análises e criticas sobre matérias veiculadas nas mídias impressa, televisiva, radiofônica e virtual. Nosso objetivo é debater as técnicas que nos ensinam no curso de graduação de jornalismo.
Afinal, o eterno debate entre academia e mercado de trabalho existe? Sairemos com diplomas debaixo dos braços realmente sabendo como se faz jornalismo?
É exatamente essa questão que os alunos Adriana Pestana, Amanda Sakumoto, Caio Neumann, Raquel Tavares e Rudá Costa, do 2º ano de Jornalismo da Universidade IMES – São Caetano do Sul, querem levantar. Ajude-nos a chegar a uma conclusão, dê seu comentário!
Até mais!
por Moderador