Primeira informação é a que vale

Junho 21, 2008 at 8:42 pm (Revista) ()

São Paulo é fonte de notícias. Todos os dias, novos acontecimentos aterrorizam a população paulistana. Por isso, as informações jornalísticas têm de ser apurada, evitando pequenos e/ou grandes transtornos.

O fato mais recente aconteceu no dia 20 de maio. Vários meios de comunicação divulgaram a queda de um avião em um prédio, nas imediações do aeroporto de Congonhas. O fato é que a origem da informação estava equivocada, no jargão jornalístico, ocorreu uma barriga.

 

A única forma de evitar a barriga é apurar cuidadosamente todo acontecimento, caso contrario, o jornalista ou até mesmo uma equipe, pode comprometer seu trabalho.

Um dos artigos do código de ética, explica que o jornalista deve apurar a veracidade dos fatos, na minha opinião, poucos estão interessados em saber o que diz a ética, a grande maioria busca interesse próprio.

 

Infelizmente, existe uma disputa entre os meios de comunicação, onde os melhores são aqueles que passam a notícia em primeira mão e tentam ganhar a credibilidade do público. Essas atitudes são preocupantes, pois, a falta de ética está explicita no cotidiano jornalístico, dependemos das informações que lemos, ouvimos e assistimos, no entanto, formadores de opinião não estão preocupados em checar, antes de informar.

 

É preciso que haja punições, para aqueles que não respeitam o código de ética. Não há somente jornalistas envolvidos nesta situação, há também pessoas que buscam por meio destes veículos, informações confiáveis e que possam agregar conhecimento.  

 

Esse foi o tema de uma das provas que tive e mostrou o quanto é importante apuração dos fatos. Escolhi um título um tanto irônico, pois é assim que me sinto. O fato ocorreu com veículos de comunicação que podem transmitir o fato, no momento em que acontece, a TV e a Internet. Com tudo isso, a preocupação é ainda maior, quando todas as revistas resolverem tomar a mesma atitude, não apurar os fatos. Mesmo que na realidade algumas já fazem isto com certa moderação.

 

Por Adriana Fernandes Silva Pestana

 

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Tudo no mundo vira moda

Maio 21, 2008 at 8:18 pm (Revista) (, , , , , )

Na 3° semana de maio, a Universidade IMES proporcionou aos alunos uma diversidade de palestras através do FOCO, evento realizado uma vez por ano.

O tema desta edição foi sobre o Consumismo e o Mundo Moderno, o que me chamou atenção, para a publicação da Revista Exame desta semana. O mais curioso é que, em uma única matéria da revista, o tema consumismo e mundo moderno está presente. Parece ser difícil identificar o consumismo em nossas vidas, mas, o mundo moderno pertinentemente está explícito no cotidiano, a começar com as tecnologias.

O mundo moderno propõe novas expectativas para o ser humano, mas, pode causar grandes impactos negativos, falo das pessoas que indiretamente contribui com a modernidade, através do consumismo, onde tudo que é moderno, e todo mundo usa, vira moda, e o que está na moda é consumido, é um círculo vicioso que tende à crescer ainda mais.

A revista Exame aborda a futura cobiça dos brasileiros, que são: os celulares com acesso à TV que servem para fazer compras e até ler romance, mas isso, é no Japão e na Coréia do Sul, lá as invenções não param de crescer. Será que eles pensam no mal que podem causar à natureza?

O consumismo chega a ser uma patologia comportamental. Pessoas compram compulsivamente apenas para atender à vontade de comprar, além disso, traz várias conseqüências negativas por não se preocuparem com o meio ambiente. A mídia também faz parte do consumismo. Os meios de comunicação estão carregados de publicidades, mas, não é só as publicidades e propagandas, alguns temas que são abordados, também contribuem com este hábito.

É possível que os meios de comunicação façam a sua parte sem prejudicar seu principal objetivo, que é a lucratividade, para isso é preciso ter acima de tudo vontade.

por Adriana Fernandes Silva Pestana

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O espaço excessivo da publicidade

Maio 9, 2008 at 7:42 pm (Revista) (, , , , )

As mais recentes revistas trazem matérias de capa que certamente merecem atenção do público. Na ânsia por encontrar algo que foge do obvio, busquei os recursos da internet, mas as expectativas não foram alcançadas, as matérias que encontrei foram às mesmas, e todos já estão cansados de saber da burrada que o jogador de futebol Ronaldo “o fenômeno” fez, o caso Isabella que parece nunca ter fim e não podemos deixar de citar o Dossiê que envolve a ministra Dilma Rousseff, enfim são essas as notícias do momento e sinceramente, enche o “saco”, no fim, tudo acaba em pizza.

Hoje sexta-feira, exatamente o dia em que devo postar no blog, encontrei uma revista muito conceituada que me chamou a atenção, inicialmente confundi com outra revista, mas até aí, tudo bem, quando comecei folhear a revista tive a mesma sensação de quando eu fiz a busca na Internet, parecia que o meu mundo estava limitado às informações. A ansiedade era tanta, quase passou despercebida uma matéria modesta, mas atrativa, não consegui parar de ler e não tive dúvida é dessa matéria que quero discutir.

Muitos podem achar uma besteira, mas o tema da matéria é sobre aprovação da lei estadual que proíbe o sacrifício de cães e gatos em canis públicos. Sobre a matéria não há muito que dizer é uma matéria simples, mas muito bem direcionada. O conteúdo serve para que leitores e pessoas comum tenham a oportunidade de saber o que é um Centro de Controle de Zoonoses. Eu tinha poucos conhecimentos sobre a organização, a lembrança que eu mantinha, era quando a carrocinha passava e desesperadamente eu queria salvar um cachorro de rua, porque eu sabia que ele iria morrer.

Mas o que me chamou atenção foi o espaço que utilizaram para publicarem a matéria. Todos nós sabemos que a publicidade é a alma do negócio, porém é inadmissível que boas matérias não são exploradas, enquanto a publicidade é constituída por nove páginas consecutivas, o consumidor perde muito com essa situação.

A matéria encerra com um gosto de quero mais e a publicidade assume o lugar que poderia ser bem aproveitado, deveria ser limitada nos meios de comunicação. Não sou contra a publicidade, mas em alguns veículos ela é excessiva.

http://www.prefeitura.sp.gov.br/servicos/cidadaos/meio_ambiente/animais/index.php

por Adriana Fernandes Silva Pestana

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