Update em você!
É sempre assim!
Quando eu acho que estou manjando legal de um programa, aparece uma leve atualização, que faz com que eu tenha que reaprender tudo!
Estava conversando com a galera do twitter, e eles confirmaram a minha tese. É estranho, mas as companhias de softwares atualizam seus programas no ritmo da internet. Isso facilita bastante a vida do usuário, que por um lado, vai ter sempre novas ferramentas para trabalhar, e por outro, sempre vai empobrecer o bolso dos que necessitam de tal atualização, pois a cada atualização, aumentam também os preços, e o lucro da companhia. Mas enfim, o que isso tem a ver com o Jornalismo Digital? Pra quem usa a internet para ter o pão nosso de cada dia, o jornalista que trabalha na internet, ou melhor, o Jornalista Digital, tem que estar sempre atualizado, no ritmo da internet…
Somente assim, ele vai saber as melhores maneiras de contornar as situações, e quais caminhos tomar, quando se deparar com a extinção de um software, serviços e sites que auxiliam seu trabalho.
A exemplo do Pagemaker, FrontPage e outros.
Atualizando o exemplo: Fui ontem a uma entrevista, onde o jornalista estava diagramando pelo Pagemaker, e não era um dinossauro de jornalista, o cara até que era novo. E perguntei para ele: “Por que você não usa o InDesign?” O Editor chefe olhou pra mim com cara de “ganhou mais um ponto na sua entrevista”, e ele respondeu que não sabia mexer com o pobre coitado do programa. Tentei explicar as diferenças, as vantagens, e ele me retornou a tona: “É… mas temos que comprar ele por aqui, então”. Logo a editora chefe olhou com desdém pra mim e deve ter pensado, “menos Dois pontos na sua entrevista”.
Não tinha o que falar, o cara tava certo. O trabalho dele continuava saindo, o jornal deles, continuava a ser publicado e todos ainda recebiam seu salário.
Por outro lado, minha lógica de raciocínio me permite explicar: Se o jornal tiver mais recursos para atrair mais leitores, terá mais leitores. Então, logo, claro, se o investimento for feito, terá um retorno, concordam?
Usei o exemplo do InDesign, mas falo em geral, de todas ferramentas de uso do Jornalista, fiquem à vontade para pensar.
Ah! Claro que se não existir mão de obra apropriada para a utilização do foguete de última geração, não adianta nada. E É AÍ EM QUE QUERO CHEGAR!…
Pra quem usa a internet para ter o pão nosso de cada dia, o jornalista que trabalha na internet, ou melhor, o Jornalista Digital, tem que estar sempre atualizado, no ritmo da internet…
Por Rudá Pereira da Costa
Novas tendências?
A cada hora surge um novo termo nesse nosso mundinho do jornalismo online. Se tais expressões não forem levadas tão a sério (tem gente que dá ataque a cada vez que uma aparece), suas utilizações podem ajudar a classificar novos campos e formas de se trabalhar. Um desses termos, que vem sendo muito utilizado por veículos de língua inglesa, é o “jornalismo semi-profissional” (“semi-pro journalism”, no inglês). Como assim?
A expressão diz respeito, entre outros, ao envolvimento e utilização de aspirantes a jornalistas (leia principalmente estudantes universitários) em projetos colaborativos ou coberturas jornalísticas. Óbvio, tudo com a supervisão de jornalistas ou professores de jornalismo. Nada mal, pois, o que pode parecer mão-de-obra barata ou coisa do tipo, é um estímulo a quem pretende levar a profissão a sério, sem se iludir, e está disposto a encarar desde cedo os desafios do campo.
E ae? Vamos trabalhar?
por Rudá Costa
Regras? Nada certo, ainda?*
É cada vez mais comum lermos notícias e entrevistas na internet, através de programas de mensagens instantâneas, e-mails, sites e VOIP. Tal fenômeno dá-se pela característica da Era Digital, da internet, e por conseqüência, do jornalismo digital, tema que a cada dia é mais comentado entre os jornalistas e estudantes.
Porém, quais são as regras para ser um “jornalista digital”? Há o mesmo rigor dos padrões da redação? Quais as vantagens? Como são veiculadas e tratadas as matérias, para o produto final, a “digestão” do leitor?
Há alguns dias atrás, estava eu, vagando pelo Twitter – “poderosa ferramenta para o jornalista digital”, como assim disse Paulo Querido – e me deparo com um link, trazendo a discussão de a profissão ser regulamentada nos concursos públicos. Logo depois, uma atualização me traz a notícia de que ocorreu um congresso internacional sobre ciberjornalismo, tratando temas como a multitextualidade, convergência, regras para jargões, entre outros assuntos.
É certo que não é tão jovem e promíscuo o assunto, porém, notamos o precoce avanço e maturidade para se domar o ciberjornalismo, modalidade ainda sem muitas regras expressamente definidas. Há um empenho para se criar técnicas de assimilação de textos, tais como as visuais e de layout, como o estudo Eyetrack sobre sites. Vemos discussões sobre qual pirâmide da cadeia jornalística se deve usar na internet, e também quais são as palavras adequadas para o público da internet.
Grandes portais, grandes nomes, já são certos quanto ao esquema de redação e contextualização para internet, devido aos manuais de redação. Mas no ciberjornalismo não há manuais de como os textos devem ser expostos na telinha do computador para serem assimilados mais facilmente, ou, simplesmente lidos.
Algumas regras são meio que óbvias. Escrever em demasia sempre cansa o leitor; termos técnicos, sem explicação desencadeiam no clique para outro site; tamanho da letra, fonte e cor, “padrão chatão” Times New Roman, 12 ou 14, cor preta (Ainda há teses de que a Arial 12 é a padrão para internet…); títulos, linha fina, cabeça, chapéu, geralmente são aplicadas as mesmas técnicas para impresso. “Título condizente, chamativo. Regra: Sujeito, verbo, complemento, sem cacofonias, simples, claro”, assim dizia Carlos Correia**.
Mas, pensando assim não seria muito monótono para internet? Os internautas são rápidos, ligeiros, astutos, a maioria jovem, não tiraria o foco central da notícia e talvez uma incontrolável vontade de apertar o primeiro botão do mouse? Tudo é considerado, logo, diversas técnicas são criadas através de pesquisas com os internautas para o crescimento de público de um jornal on line.
Agora o que sabemos que é certo (ou não), é que alguns jornais impressos que possuem sua versão On Line na internet, transcrevem seus textos do impresso para web, deveria isso ocorrer? Não sabemos, pois a cada minuto – no estilo da internet – atualizamos nosso conceito de Jornalismo Digital.
* Texto em base no artigo
**Carlos Alberto Correia, ministra aulas na Universidade IMES
Ah! Parabéns para os 15 anos de WWW e para os 30 anos de SPAM.
por Rudá Costa
Dicas para jornalistas na internet
O post de hoje sobre Jornalismo Digital está recheado de dicas.
Primeiramente, do portal UOL, com dicas de bloqueiros famosos, sobre como transformar seu blog em um sucesso na internet. Traz várias dicas que irão ajudar a montar e cultivar seu blog, com destaque para o final da matéria, com um vídeo do Marcelo Tas.
O Blog, para alguns, é uma ferramenta de trabalho, para outros, momentos de emoção, mas creio que a principal função seja a reflexão sobre um determinado tema. (Reflita sobre isso). Um jornalista sempre tem a função de informar, mas se consegue fazer o informado refletir, causa entendimento, logo, conhecimento.
Outra dica para jornalistas é o blog do Noblat, um dos pioneiros a “brincar” de blog e o blog do Google, que é sempre bem-vindo, com destaque para o post da última sexta-feira, dia 25. E a última da semana é para aqueles jornalistas que querem levar consigo seus favoritos do navegador, aliás, como o professor Flávio Falciano* nos disse: “A agenda é tudo que o jornalista tem, em resumo de fontes”, então nada melhor que levar os seus sites prediletos para cima e para baixo aonde quer que esteja, tendo sempre o auxílio deles, então como estamos falando de Web por aqui, está aí uma dica para Jornalistas Virtuais na rede. Recomendo para quem usa o Firefox, o add-on do Foxmarks, entre outros do gênero. Façam um Twitter, instalem o TwitterFox
O Professor Flávio Falciano ministra aulas de Introdução ao Jornalismo, Rádio-Jornalismo, entre outras pela Universidade Imes e Metodista.
Por Rudá Costa
Facilidade/Comercialidade
Hoje, dou destaque para as principais homes de portais da internet.
Começando pelo portal Terra, que divulga uma notícia de uma garota de seios de fora. Matéria divulgada exatamente às 15:07 desta quarta-feira, e entra a pergunta.
Cadê a ética, o profissionalismo, o respeito, de um portal que se considera de âmbito internacional, de índole jornalística, em reproduzir uma matéria como essa? E como se não bastasse, há diversos links divulgando o ensaio sensual da garota, sem nenhum teste de Turing, sem nenhum aviso, sem nenhum alerta, sem nada! Até mesmo o site the girl, associado ao portal Terra que contém conteúdo erótico, tem avisos antes de acessar o site. Agora EU me pergunto, se eu assinasse o Terra, e tivesse um filho? Tudo bem, achar que isso é tempestade em copo d’água, é verdade, levando em consideração que basta uma pessoa digitar “pedofilia” no Google, que ela acha diversas fotos e vídeos sobre o tema, e se procurar bem, até acha umas criancinhas para comercializar. O ponto em que quero chegar é justamente essa facilidade, de que qualquer pessoa pode acessar, comprar, vender, o corpo pela internet. E o Terra, mais uma vez, faz essa alusão.
Será que é necessário tudo isso para vender?
Mais uma do Terra, agora é sobre uma frase que estava a alguns dias atrás no portal. “Fuja das frases irritantes das sogras” Leia em voz alta…
De acordo com Vera Íris Paternostro “Por trás da leitura em voz alta, existe também outra preocupação: a sonoridade das palavras…”. Lendo a frase dá a impressão que somos uma cobra, pois tudo termina em S, o que é curioso, sem contar no mau gosto do editor em escolher a frase, porque se dá a entender, que todas as sogras falam frases irritantes.
Minutos depois a notícia se extinguiu!
Essa é do site G1, da Globo, que coloca na home, que “Ônibus desgovernado invade bar em Ipanema“, e ao clicar temos outra notícia (creio eu) que o ônibus havia invadido um restaurante. Falta de atenção. Mas cadê a correção?
E a última é do Google.
http://celebridades.uol.com.br/album/20080308_album.jhtm?abrefoto=15
Termino o post com um vídeo, uma dica para os internautas.
por Rudá Pereira da Costa
A internet nos meios de comunicação
Eu sou Rudá Costa e integro essa maravilhosa equipe de aspirantes à jornalistas, nessa caminhada em nosso Blog. Irei tratar do jornalismo na internet, e logo de antemão, suspiro aos colegas sobre a Semana de Tecnologia 2008, que ocorrerá na Universidade IMES. Recomendo a presença, que será de grande ajuda para moldar idéias em Gestão Empresarial, ou até mesmo como fazer funcionar seu futuro jornal, utilizando dos meios da tecnologia. Enfim, todo conhecimento é sempre agregado.
E para iniciar, vamos comentar como a internet (cyberjornalismo, webjornalismo ou jornalismo digital), está ligada as outras mídias, como rádio, televisão e impresso. Mas com o avanço da tecnologia, e a Era da Internet, os meios de comunicação e as mídias sofreram diversas alterações em seus cronogramas, encurtando o tempo útil das reportagens e matérias, fazendo assim com que os jornalistas acelerassem seu ritmo de produção, desencadeando em uma queda no nível das matérias. E é aí, em que nós entramos.
Existem diversos portais, que fazem essa ligação entre TV, Rádio e Impresso, mas nem sempre da forma correta, às vezes confiando muito nas agências de notícias, os erros e concordâncias passam despercebidos. Analisando os portais que oferecem informação via internet, concluímos que existem inúmeros, porém, poucos trazem da bagagem que tiveram na universidade, o compromisso de serem jornalistas e de como aplicar esse conceito no dia-a-dia.
O Universo On Line, um dos portais analisados, junta diversas mídias, trazendo podcasts, TVUOL, notícias da Folha de São Paulo, e agora inovando com videocasts da Folha.
Anunciando então, para os assinantes e leitores do portal Universo On Line, o Blog do Ombudsman, que trata justamente desse assunto de compromisso com a profissão, mas específico dos próprios jornalistas da redação do UOL e reclamações de assinantes. Vale lembrar que o Boletim Dicas de Português, também alerta para os erros dos profissionais, dando dicas para o leitor, de como melhor seu português.
Outras ligações podem ser feitas, como é o exemplo do Jornal Nacional no Youtube, em que se pode assistir na íntegra algumas transmissões do Telejornal. A rádio CBN, entre inúmeras outras mídias, apenas por testar o poder da internet.
Saúdo-lhe por aqui, e vou-me embora. Lembre-se Jornal Didático todos os dias! Porém o meu post é às quartas. ATÉ LÁ!
por Rudá Pereira da Costa
Jornal Didático no ar!
Este é o primeiro post do Jornal Didático!
Todo o dia útil da semana, o blog trará análises e criticas sobre matérias veiculadas nas mídias impressa, televisiva, radiofônica e virtual. Nosso objetivo é debater as técnicas que nos ensinam no curso de graduação de jornalismo.
Afinal, o eterno debate entre academia e mercado de trabalho existe? Sairemos com diplomas debaixo dos braços realmente sabendo como se faz jornalismo?
É exatamente essa questão que os alunos Adriana Pestana, Amanda Sakumoto, Caio Neumann, Raquel Tavares e Rudá Costa, do 2º ano de Jornalismo da Universidade IMES – São Caetano do Sul, querem levantar. Ajude-nos a chegar a uma conclusão, dê seu comentário!
Até mais!
por Moderador


